17 Abril, 2022

Talvez conheça Luc Montagnier como laureado com o Prémio Nobel pelo seu papel no isolamento do VIH. (Não estou a dizer “vírus”, porque acho que não é isso que é).

Talvez também se lembrem dele pelos seus avisos sobre vacinas Covid: a estupidez de vacinar no meio de uma pandemia; e como os vacinados estão a impulsionar a criação de novas variantes.

O que talvez não saiba é que Luc Montagnier estava profundamente envolvido na continuação do trabalho de Jacques Benveniste, que foi anteriormente atacado pelas suas experiências bem sucedidas com a memória da água.

A parte mais marcante do vídeo é:
– Uma amostra do VIH é diluída em água destilada.
– A água destilada que contém a amostra de VIH é ainda diluída num processo que se assemelha à homeopatia.
– Em cada passo, tomam 1/10 de parte do frasco, colocam-no no frasco seguinte, e diluem com 9 partes de água.
– Isto é repetido 10 vezes. Espera-se que os frascos finais não contenham nenhuma parte do HIV original.
– Equipamento semelhante a um microfone é utilizado para gravar ondas electromagnéticas que emanam de cada um dos frascos resultantes.
– O processo é sensível a interferências electromagnéticas, pelo que a área deve ser limpa de poderosos dispositivos emissores, por exemplo telemóveis. Algum ruído electromagnético, como o de um portátil, é OK.
– As medições mostram um padrão claro de frequência para os frascos 6 e 7, ou seja, após 6 ou 7 diluições.
– As gravações de frequência para estes frascos são então enviadas pela Internet, para um laboratório a 1.500 km de distância. Isto é como enviar uma canção num ficheiro WAV. Na realidade, utilizaram uma extensão WAV no filme.
– O laboratório receptor insere um frasco de água destilada dentro de um fio enrolado. O arame enrolado é encerrado num invólucro metálico – uma gaiola de Faraday para proteger de interferências externas. A bobina é ligada a um computador.
– O computador reproduz o ficheiro WAV para a amostra de água. A gravação é reproduzida em repetição durante 1 hora.
– A amostra de água é então retirada da bobina e sujeita a PCR – o processo inventado por Kary Mullis que tem sido amplamente utilizado para conduzir a pandemia de Covid, bem como a narrativa da SIDA.
– PCR significa reacção em cadeia da polimerase. Implica (1) misturar uma amostra com aminoácidos, os blocos de construção do ADN, e (2) adicionar polimerase.
– A polimerase organiza os aminoácidos em duplicados de ADN presentes na amostra.
– A aplicação de PCR ao frasco de água tratado com frequência cria resultados consistentes com o VIH.